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 23 de Outubro de 2014
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09/01/2012 às 12h03min - Atualizada em 09/01/2012 às 12h03min
NETO BORGES - Bahia(BA)
TAMANHO DA FONTE A- A+
Gente Que Fez & Gente Que FazGente Que Fez & Gente Que Faz

Foto: Vanessa Valerie Gomes de Bustamante Sá – Neta de Dalva Borges de Azevedo. Nesta foto ela está num haras, ao lado de um cavalo, pertencente ao Advogado João Luiz Cotrim Freire, gentilmente cedido a ela, quando esteve em Guanambi, para praticar um dos seus hobbies preferidos, que é o hipismo.


 Vamos iniciar neste ano de 2012 a coluna semanal Gente Que Fez & Gente Que Faz com o objetivo de homenagear pessoas que estiveram e estão presentes na construção do município de Pindaí, lembrando que esta é uma forma muito importante de homenagear nossa terra, no ano em que completa 50 anos de Emancipação Política, ressaltando pessoas que efetivamente fizeram parte desta trajetória ou ainda estão dando continuidade ao seu processo de desenvolvimento.


Para começar, vamos falar de uma pessoa muito especial, que já foi chamada por Deus, cuja família tem muitas ramificações em Pindaí, mesmo estando a prole mais próxima residindo em São Paulo e até fora do país.


Dalva Borges de Azevedo era conhecida como “Dalva de Nêgo”. Nasceu na Fazenda Feliciana, filha de Joaquim José de Matos e Francisca Ferreira de Carvalho, em 23 de dezembro de 1923. Casada com Francisco Gomes de Azevedo, residiu inicialmente na Fazenda Retiro e depois de algum tempo passou a morar em Pindaí numa casa já demolida, que se localizava em frente ao Hotel Pereira. Foi ai que nasceram pelas mãos de Mãe Mariazinha os sete filhos do casal: Leonor Gomes de Lélis, Eulália Gomes Mateus, atualmente renomada Advogada em São Paulo, Carlito Borges Gomes, Jorge Borges Gomes, Maria Lúcia Borges Gomes (Malu), Estelina Gomes Gonçalves e Maria Gleide Gomes. Por volta de 1962 resolveram morar em São Paulo pensando em dar mais oportunidades de crescimento aos filhos e propiciar melhores condições para a saúde de Dalva, num problema que ela tinha na perna direita. Quis o destino que essa mudança não desse certo. Com mais ou menos sessenta dias em São Paulo, as coisas andando, a vida de Francisco Gomes de Azevedo foi subitamente ceifada por um acidente, quando ele atravessava uma linha férrea e foi pego pela máquina. A volta da família para Pindaí foi providenciada, com grande sofrimento!


Forte e destemida, Dalva Borges de Azevedo não se deixou abater pelas dificuldades. Criativa, trabalhadora e com grande empreendorismo buscou a descoberta de suas tendências artísticas e empresariais e foi à luta, depois de ter permanecido por mais ou menos dois anos com os filhos em Pindaí, tendo voltando para morar em São Paulo. A partir daí começou a fabricação manual de peças lindíssimas de crochê e bordados e entrou também no ramo de vender ouro, conservando uma clientela grande em Pindaí e região. Muita gente tem guardado com carinho, toalhas, colchas, correntes de ouro e outras peças adquiridos dela, que com grande habilidade conquistava seus clientes com um sorriso simpático e espontâneo, conversa convincente, nunca deixando de vender suas mercadorias a quem procurasse.


O falecimento de Dalva Borges de Azevedo ocorreu em 20 de maio de 2003 em São Paulo e sua partida representou uma lacuna muito grande no seio da família que ela bravamente criou, deixando um legado de boa formação, tendo alguns deles herdado o lado empresarial que ela tão bem desenvolveu em vida, o que garante boa estabilidade e segurança para seus descendentes.


Recentemente estiveram em Pindaí para uma visita, suas filhas Eulália Gomes Mateus, com o esposo Ademir Mateus, Estelina Gomes Gonçalves, com o esposo Edison Gonçalves e Maria Lúcia Borges Gomes (Malu), com sua filha Vanessa Valerie Gomes de Bustamante Sá, uma jovem com uma história bonita, recheada de sucessos e que pretende resgatar suas raízes no município de Pindaí, através de uma Fundação que terá o nome de sua avó, com sede na Fazenda Feliciana, local onde Dalva Borges nasceu. Tendo conhecimento das limitações de frequentar uma escola que teve sua avó, e, sensibilizada com a realidade que cerca as crianças da zona rural, em especial, está buscando contribuir para que haja naquela localidade algo novo e que possa acrescentar melhoria de vida para aqueles que serão responsáveis pelo futuro, partindo exatamente da educação, voltada para a sustentabilidade ambiental. Para ela é muito importante buscar condições melhores para o público infantil, estendendo o trabalho aos demais segmentos, que envolvidos, poderão contribuir grandemente para o sucesso do empreendimento. Pretende como parte de seu projeto, visitar a sede da Green School em Bali – Indonésia, um espaço que tem como foco ser um modelo de educação sustentável, preparando uma geração segura de seu papel no mundo. Vanessa pretende fazer algo parecido e adaptado às condições de nossa realidade, de forma a atingir seu público alvo naquela fazenda, berço de suas raízes.


Vanessa Valerie nasceu na cidade de Paris, capital da França em 02 de dezembro de 1982. Veio para o Brasil com 22 dias de nascida e desde os três anos de idade foi matriculada no Licee Pasteur Français em São Paulo, escola que permitiu a ela um forte vínculo com a Língua Francesa, ai estudando até a conclusão do 3º colegial. Seguiu depois para a França e, enquanto decidia o que fazer, procurou se ambientar ao país, fez novas amizades e alugou seu primeiro apartamento. Foi em seguida para a Inglaterra fazer o curso de Inglês e naquele país cursou Faculdade de Modas na Central Saint Martin em Londres. No Istituto Marangoni em Milão, na Itália fez o Curso de Fashion Business, mas escolheu a cidade de Londres para residir e montar sua empresa,onde absorveu na mão de obra estagiários da Universidade onde se formou, preparando-se no momento para lançar no mercado a marca Van Bustamante com uma jaqueta feminina em couro, confeccionada a partir de materiais tecnológicos, com modelos transformáveis que permite alterar a forma de usar. A jaqueta já está sendo divulgada na  famosa Revista Lofficiel de Paris e, com certeza será sucesso garantido na Europa e no Brasil, principalmente. Seu empreendimento, porém, não pára por ai: Seu objetivo é continuar utilizando a transformação para outros itens da vida diária, utilizando seu forte potencial artístico em prol desse objetivo.


Para quem conheceu Dalva Borges de Azevedo e teve oportunidade de conviver com ela, não é surpresa estar à frente de seus filhos e netos e constatar o dinamismo e simpatia que cada um irradia, fruto de uma educação bem estruturada e sedimentada num propósito de desenvolvimento. É por essa razão que podemos afirmar: DALVA BORGES DE AZEVEDO foi uma pindaiense batalhadora, lutadora e corajosa! Ela foi Gente que fez!


 


Lia Borges – www.portalpindai.com.br


 


 



Lia Borges – www.portalpindai.com.br


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